Mostrar mensagens com a etiqueta Palmarés. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Palmarés. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Atletismo - O ressurgimento do Benfica glorioso

Depois de já ter falado da época das equipas de Voleibol, Râguebi, Basquetebol, Andebol e Futebol, chegou agora o momento de falar de uma modalidade histórica que tem vivido um grande crescimento (ressurgimento) no seio do clube, o Atletismo.

Começo com um nota importante para se perceber o que vou escrever de seguida. Nesta modalidade, e apenas nesta, decidi incluir no palmarés não apenas os resultados dos seniores masculinos como também os dos femininos. A razão pela qual o fiz está relacionada com a projeção mediática do atletismo feminino, tão grande ou maior do que a do masculino. Esta realidade não segue o mesmo padrão nas restantes modalidades de pavilhão bem como no Futebol ou Râguebi. Na minha opinião, esta realidade só tem paralelo no Ténis e Natação.

Tem havido uma tendência, nos últimos anos em Portugal, para uma bipolarização das vitórias nas provas de pista. O Benfica tem ganho a variante masculina e o Sporting a feminina. Este ano não fugiu à regra. Ainda assim, tendo em conta o esforço feito na formação, a equipa feminina do Benfica parece estar cada vez mais próxima dos resultados do Sporting. Dá ideia que, no espaço de poucos anos, o Benfica terá condições para dominar a modalidade, na variante de pista, em ambos os géneros. Em 2013, tanto ao ar livre como em pista coberta, o Benfica foi campeão em masculinos e o Sporting em femininos.
No que respeita à Taça dos Clubes Campeões Europeus, o Benfica tinha como objetivo (não utópico mas extremamente difícil) a chegada ao pódio. Acabou por se classificar em 4º lugar o que não deixa de representar uma melhoria em relação a 2012 (5º).


No que respeita ao corta-mato, a concorrência é mais variada e feroz. Ainda assim, o Benfica regressou às vitórias, após 23 anos, no campeonato nacional de corta-mato masculinos. Um feito de enorme dimensão tendo em conta os atletas adversários. Na componente feminina não participámos mas não deixa de ser relevantes que fomos campeões nacionais de femininos e masculinos no escalão júnior. Já no corta-mato curto masculino, a concorrência resume-se ao Sporting embora a vitória tenha sorrido ao Benfica pela primeira vez. Esta competição realiza-se há 13 anos, anos esses dominados pelo Sporting, Braga e Maratona. Esta vitória do Benfica poderá ter marcado um inversão de ciclo. Quanto aos femininos, a nossa participação foi mais comedida (quintas classificadas), com o Sporting a revalidar o título.

Finalmente, no que respeita às provas de estrada, o Benfica inscreveu o seu nome, pela primeira vez, na lista de vencedores da prova de marcha, em masculinos. Na corrida, continuamos sem conseguir vencer desde que fomos campeões em 1990 na vertente feminina e em 1991 em masculinos. Ainda assim, fomos, este ano, o principal opositor do Maratona nesta especialidade tendo as equipas masculina e feminina do Benfica conseguido a medalha de prata no campeonato nacional, algo que deixa antever resultados melhores nos próximos anos. Não nos podemos esquecer que foi, precisamente, na variante de estrada que o Benfica conquistou as competições europeias que detém no palmarés do atletismo.

Como disse no início, assistimos atualmente a um forte ressurgimento do atletismo no Benfica, em todas as vertentes. Este ressurgimento tem sido bem alicerçado num projeto baseado na formação e com resultados em crescendo ao longo dos últimos anos. Parabéns à professora Ana Oliveira que além dos bons resultados no atletismo tem tido também a seu cargo o projeto olímpico do Benfica que, esperemos, tenha resultados que dignifiquem o historial do Benfica já no Jogos de 2016 no Rio de Janeiro.

O palmarés da modalidade fica assim atualizado:

Palmarés global

Pista

Pista Coberta

Corta-Mato

Corta-Mato Curto

Estrada

Marcha

Competições Internacionais

sábado, 15 de junho de 2013

Futebol – Benfica derrotado nos "descontos"

Chegou o momento de trazer aqui o palmarés que mais interessa aos benfiquistas, o do futebol.
Já muito se disse sobre a época do Benfica e repeti-lo seria redundante. Cada um terá a sua opinião e nisto do futebol todos somos treinadores! Volto a dizer que houve um pouco de tudo e ser fundamentalista é apenas uma expressão de raiva e/ou revolta e não uma explicação da realidade. A culpa não foi toda do Jesus. A culpa não foi toda do Artur. A culpa não foi toda do Martins. A culpa não foi toda do Melgarejo. A culpa não foi toda do Vieira. A culpa não foi toda dos árbitros. A culpa não foi toda dos corruptos. A culpa não foi toda do azar. A culpa não foi toda do que quer que seja!
Como em qualquer outro clube de futebol, a realidade é complexa e o trabalho de equipa vale mais do que o da soma das partes. Ainda assim, como tenho dito sempre, acredito que os dois últimos campeonatos fariam parte do palmarés do Benfica se não houvesse imoralidade e ilegalidades no futebol português, pese embora os erros próprios que existiram e existem sempre que alguém se propõem a fazer algo, ou seja, errar é humano mas nós errámos muito menos do que a nossa concorrência nestas últimas duas épocas. Não tendo tido jogos oferecidos em Coimbra, Paços de Ferreira e Madeira (norte), tivemos Xistralhada em Coimbra, Proençada na Madeira (norte) e SoaresDiasada na Luz com o Braga! Só isto dava o campeonato antes de jogar com o Estoril e nem me esforcei muito para ir buscar coisas muito rebuscadas. Enquanto esta podridão se mantiver o Benfica vai ganhar campeonatos a cada 5 anos, de aflitos, no último minuto da última jornada, isto se tiver equipa para ser campeão europeu (ligeiro exagero!).


Para a história fica uma equipa melhor do que todos os adversários no campo, no jogo, principalmente no campeonato nacional. Uma equipa que maravilhou na Europa (não sempre mas quase). Que mereceu estar na final e que mostrou ser superior ao campeão europeu em título. Uma equipa que passou todas as eliminatórias da Taça de Portugal como se estivesse a jogar sempre contra adversários de divisões inferiores, até que se deu à morte no Jamor contra um Vitória de Guimarães tão medíocre que ainda precisou que o Jorge Sousa lhes desse um empurrão! Mas também fica para a história como a equipa que mais mereceu e que menos conseguiu. A equipa que nos últimos 4 jogos da época só podia perder um e foi esse que ganhou, perdendo os restantes.


O porto voltou a inscrever o seu nome na imundice nacional, como lhe assenta melhor. O Chelsea voltou a ganhar uma competição europeia sem deslumbrar, sem encantar, diria até, sem sequer saber como! O Vitória de Guimarães inscreveu o seu nome, pela primeira vez no seu historial, na lista de vencedores da Taça de Portugal. Já merecia mas já mereceu muito mais do que este ano!
O Sporting fez o pior campeonato da sua história, fez uma primeira metade de época miserável e não se qualificou para as competições europeias como resultado de políticas suicidas e do beija mão à gente corrupta. O Braga conquistou a Taça da Liga que não serviu para amenizar a desilusão da não qualificação para a Liga dos Campeões. O Paços de Ferreira encostou-se à imundice e corre agora lado a lado com Braga, Nacional e Académica, só para referir alguns. O Estoril fez o que lhe competia, acima das expectativas, e foi remunerado com vendas de jogadores! O Beira Mar e o Moreirense desceram de divisão enquanto o Olhanense se mantém à custa de salários em atraso e dívidas que não consegue pagar. O futebol português é aviltante!

O palmarés da modalidade fica assim atualizado:

Palmarés global

Campeonatos Nacionais

Taças de Portugal

Supertaças

Taças FPF

Taças da Liga

Competições Internacionais

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Andebol – Melhores mas... ainda atrás


O Andebol é uma modalidade que pratiquei durante muitos anos e que, por isso, vejo com outros olhos. Entristece-me saber que é a modalidade com maior atraso no que respeita à evolução das leis do jogo e, consequentemente, ao comportamento dos árbitros em campo. As regras continuam, de modo geral, muito subjetivas fazendo com que o critério dos árbitros seja, muita vezes, inconstante e, por isso, difícil de perceber e criticável. Este é um problema da modalidade, ou seja, não é um exclusivo em Portugal. O problema em Portugal é usarem esta debilidade em favor dum só há muitos anos! Há, no entanto, que ser sério e reconhecer que a vitória do Porto no campeonato deste ano não advém de corrupção, como no Hóquei em Patins ou no Futebol, mas da qualidade superior que evidenciaram.

Este campeonato começou com um Sporting muito abaixo do seu potencial. Um bom trabalho permitiu-lhes acabarem a época mais próximo do que realmente valem conseguindo mesmo impor derrotas ao Porto e ao Benfica na fase final. O ABC e o Madeira SAD, vítimas do desinvestimento e da crise, nunca foram candidatos ao título, nem sequer se aproximaram. O Águas Santas acabou por ser a surpresa pelo bom andebol praticado, pela boa classificação, ficando logo atrás dos 3 grandes, e por ter sido a equipa que se bateu de forma mais estóica contra Porto e Benfica, acabando por decidir o campeonato por ter ganho ao Benfica na fase final e, logo de seguida, ter perdido com o Porto pela margem mínima com um golo sofrido no último segundo!
A história de Benfica e Porto é diferente das dos restantes. Na primeira fase só perderam um contra o outro, na casa do adversário e por um golo de diferença. Para além da única derrota, o Benfica tem ainda a registar um empate em Braga, contra o ABC, que não teria acontecido com uma arbitragem isenta. O Porto não perdeu mais pontos. Na fase final o Benfica entrou forte com 4 vitórias seguidas, incluindo contra o Porto, mas rapidamente se viu que a equipa parecia cansada e começaram a aparecer as derrotas, fora com o Águas Santas, Sporting e Porto, onde perdemos a possibilidade de voltar a ser campeões. O Porto, que tinha perdido na Luz, só voltou a perder em Odivelas, contra o Sporting, revalidando o título.

Benfica vencedor da Supertaça em Fafe a 2 de Setembro de 2012

Além do campeonato, a época começou com o Benfica e vencer a final four da Supertaça derrotando o Porto na meia final e o Sporting na final. E acabou com o Sporting a vencer a final four da Taça de Portugal derrotando o Benfica na meia final e o Porto na final.
Esta acabou, então, por ser uma época de revalidações, ou seja, ficou tudo na mesma em relação à época anterior. Tanto Benfica como Porto e Sporting acabaram por revalidar os títulos que já tinham conquistado um ano antes o que não deixa de ser um pouco amargo para nós na medida em que a competição que ganhámos é a menos prestigiante.

Falta apenas dizer que o Porto tem um conjunto de jogadores de formação própria, ou que chegaram ainda novos ao clube, que serão brevemente a base da seleção nacional e que sentem a camisola. Já o Benfica tem 7 jogadores da formação do ABC e muitos deles em fim de carreira. A nossa equipa é muito competitiva e provou-o na Taça EHF onde chegou aos últimos 16 perdendo por apenas 2 golos de diferença, em duas mãos, contra aquele que viria a ser o finalista vencido da prova, o HBC Nantes, mas os nossos jogadores (não todos, naturalmente) não encaram o clube da mesma forma que os do Porto fazem. Já tarda a chegada de jogadores de qualidade da formação do Benfica para a equipa principal!

O palmarés da modalidade fica assim atualizado:

Palmarés global

Campeonatos Nacionais

Taças de Portugal

Supertaças

Taças do Presidente da República

Competições Internacionais (Taça Challenge)

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Basquetebol – Benfica dominador


A modalidade ficou menos competitiva sem o nosso maior rival e isso nota-se nas assistências aos jogos no pavilhão. O Porto contava, no ano passado, com 3 modalidades de pavilhão e o Basquetebol era a única em que não conseguia exercer influência sobre a arbitragem. Resultado, aproveitou a situação complicada em que se encontrava, com ordenados em atraso há muitos meses nas várias modalidades, e acabou com esta secção em detrimento doutras onde manipula arbitragens de forma a ganhar campeonatos de forma vergonhosa, como é disso exemplo claro e há muitos anos o hóquei em patins. Mas não o fez sem antes lançar suspeitas cobardes sofre a Federação, típico do comportamento dos seus dirigentes.

O que se passou este ano foi uma superioridade bem evidenciada pelo Benfica . Superioridade essa que começou com a conquista das duas provas mais importantes do início de época, o Troféu António Pratas e a Supertaça. Daí seguiu para conquistar a Taça Hugo dos Santos ou Taça da Liga. Entretanto foi mantendo a liderança na fase regular do campeonato sem derrotas. A primeira, e única, derrota na fase regular surgiu à 12ª jornada, em casa, com o CAB Madeira que haveria de se classificar em 2º. A final da Taça de Portugal chegou em Março e representou o único desaire do Benfica este ano, uma derrota frente ao Vitória de Guimarães em Fafe. Não deixa de ser uma desilusão por ser uma prova que o Benfica não conquista há 17 anos (!) e também porque fez com que não fosse possível realizar o pleno das provas nacionais. Nos play-off do campeonato vencemos o Lusitânia dos Açores por 3-0 nos quartos de final, a Ovarense nas meias pelos mesmos 3-0 e a Académica por 3-1 na final.
Não deixa de ser curioso que o Benfica disputou a final de 5 competições, venceu quatro defrontando sempre a Académica e perdeu a única competição em que este adversário não atingiu a final, a Taça de Portugal.


Nas competições internas o Benfica realizou, este ano, 42 encontros ganhando 39 e perdendo apenas 3 com um aproveitamento total de 93%. Esse aproveitamento baixa para 80% se considerarmos apenas as competições ganhas relativamente às jogadas. Isto são números impressionante mesmo tendo em conta a baixa de competitividade.

Seria interessante colocar esta equipa à prova em competições internacionais. Não sei se vai ou não haver Supertaça Lusófona na próxima época mas penso que a inscrição em provas europeias é exigível tendo em conta a redução da competitividade interna. Por um lado para promover a assistência aos jogos da modalidade e por outro para motivar os jogadores e aumentar a qualidade do seu nível competitivo.

O palmarés da modalidade fica assim atualizado:

Palmarés global

Campeonatos Nacionais

Taças de Portugal

Supertaças

Taças da Liga

Troféus António Pratas

Taças da Federação

Torneios dos Campeões

 Campeonatos Metropolitanos

Competições Internacionais (Supertaça Luso-Angolana)

terça-feira, 21 de maio de 2013

Râguebi - Benfica desce de divisão


À semelhança do que foi feito com o Voleibol, e será feito em muitas outras modalidades, chegou a hora de falar do Râguebi nacional e do Râguebi do Benfica que este ano escreveu a página mais negra da sua história.

Os três maiores clubes do Râguebi nacional tiveram “sortes” diferentes nesta época desportiva. O Direito reconquistou o campeonato perdido na época passada frente ao CDUL. O CDUL reconquistou a  Taça de Portugal 6 anos depois, venceu a sua primeira Supertaça e ganhou a Taça Ibérica, feito que não conseguia há quase 30 anos! O Benfica desceu de divisão com 18 derrotas em 18 jogos da fase regular e mais duas derrotas no play-off que o confirmaram como a equipa mais fraca da divisão de honra!

O Benfica, a par de equipas como o Belenenses e o CDUL, é um dos maiores históricos da modalidade em Portugal, não só pelas presenças no principal campeonato da modalidade como também pelos títulos conquistados. Num período em que a direção do Benfica tanto investe no crescimento do clube e no engrandecimento de várias modalidades, algumas delas com pouco reconhecimento histórico no Benfica, ter deixado cair o Râguebi para um campeonato secundário é triste. É triste pelo que o Benfica representa para a modalidade em Portugal. É triste pelo que a modalidade sempre representou no palmarés do clube. É ainda mais triste porque teria sido possível, com pouco investimento, construir uma equipa extremamente competitiva. Alguma razão terá levado o Râguebi a ser deixado cair uma vez que outras modalidades, como as cinco de pavilhão, têm investimentos bem mais avultados e algumas delas com pouco retorno no que respeita a conquistas.

Há, no entanto, um facto curioso relacionado com a descida de divisão do Benfica. Esta realidade vai permitir que se joguem derbis com o Sporting na próxima época na medida em que a equipa do Campo Grande foi campeã da terceira e subiu de divisão.

De referir ainda que Agronomia continua a passar ao lado das importantes conquistas nacionais o que contrasta com os investimentos milionários (para a modalidade em Portugal) feitos nos últimos 15 anos!

O palmarés da modalidade fica assim atualizado:

Palmarés global

Campeonatos Nacionais

Taças de Portugal

 Supertaças

Competições Europeias (Taças Ibéricas)

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Final da Liga Europa - Amesterdão outra vez!


A Liga Europa é a segunda divisão do futebol europeu, o seu vencedor é a décima sétima melhor equipa desse ano nas competições europeias (atrás dos participantes nos oitavos-de-final da Liga dos Campeões). Se o SL Benfica jogasse a final do campeonato da segunda divisão nacional, eu quereria estar lá, sendo uma final europeia eu vou.

Participaram 193 equipas na Liga Europa deste ano, restam as duas melhores. Dessas 193, 32 vieram das 76 que participaram na Liga dos Campeões, 20 equipas foram eliminadas nas pré-eliminatórias da Liga dos Campeões sem segunda oportunidade e 8 não se conseguiram qualificar na fase de grupos da Liga dos Campeões. 16 equipas qualificaram-se para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões, provando que foram melhores que os que podem ganhar a Liga Europa (neste caso, duas equipas que vieram dessa competição e foram eliminadas). No entanto, não haja dúvida que este é um jogo muito importante. É uma final europeia, podemos ganhar uma taça muito prestigiante.

Vai ser a nona final europeia do SL Benfica, um feito alcançado por poucos:
Real Madrid CF
16
AC Milan
14
FC Barcelona
13
(4)
FC Bayern München
12
Juventus FC  
12
(2)
Liverpool FC
11
SL Benfica
9
FC Internazionale
9
AFC Ajax
9
(entre parêntesis o número de finais da Taça das Cidades com Feira, não incluído no total.)

À partida esta será uma das finais mais históricas da Liga Europa / Taça UEFA (ou qualquer outra competição europeia secundária), será a terceira edição que terá dois finalistas campeões europeus – após as finais de 2002, entre SC Feyenoord e BV Borussia 09 (em Roterdão), e de 2003, entre FC Porto e The Celtic FC (em Sevilha) -, feito que nunca chegou a acontecer na extinta Taça das Taças, nem na antecessora da Taça UEFA, a Taça das Cidades com Feira. Na Taça dos Campeões Europeus aconteceu por 7 vezes, na Liga dos Campeões (contando a edição em decurso) por 12 vezes (9 delas após o aumento de participantes com não campeões nacionais).

Apenas por três vezes houve finalistas com mais títulos de campeão europeu que Chelsea FC e SL Benfica – nas vitórias do Real Madrid em 1985 e 1986 (6 títulos) e na vitória do Liverpool FC em 2001 (4 títulos) – e em outras duas com a mesma quantidade de títulos – nas vitória do AFC Ajax em 1992 e na vitória do FC Bayern München em 1996. Na Taça das Taças aconteceu haver mais títulos na final em 1972 e 1983 - quando o Real Madrid CF (6 títulos) foi finalista vencido -, o mesmo número de títulos em 1987 e 1988 – quando o AFC Ajax (3 títulos) venceu e perdeu as finais, respectivamente.

Ou seja, em 80 edições anteriores (39 da Taça das Taças e 41 da Liga Europa / Taça UEFA, a que se poderiam juntar as 13 edições da Taça das Cidades com Feira), houve duas finais entre campeões europeus, cinco finais entre finalistas com mais de três títulos e quatro finais entre finalistas com 3 títulos. Esta será a primeira final entre campeões europeus em que um deles tem mais que um título.

Esta vai ser a quarta final europeia em Amesterdão (além da final a duas mãos que o AFC Ajax ganhou em 1992):
1962 TCCE SL Benfica 5-3 Real Madrid CF (Estádio Olímpico)
1977 TVT Hamburger SV 2-0 RSC Anderlechtois (Estádio Olímpico)
1992 TU AFC Ajax 0-0 Torino C (Estádio Olímpico)
1998 LC Real Madrid CF 1-0 Juventus FC (Amsterdam Arena)

Será a décima quarta final na Holanda, foram finalistas equipas dos seguintes países:
Inglaterra – 4 vitórias 1 derrota
Espanha – 3 vitórias, 3 derrotas
Alemanha – 2 vitória, 3 derrotas
Holanda – 2 vitórias
Itália – 1 vitória, 3 derrotas
Portugal – 1 vitória
Áustria – 1 derrota
Bélgica – 1 derrota
França – 1 derrota

Se juntarmos a Taça UEFA (finais a duas mãos, por acaso o jogo decisivo foi sempre na Holanda), os holandeses levaram mais três taças, os alemães mais uma, perderam ingleses, franceses e italianos.

Antes do SL Benfica, já três clubes repetiram finais na Holanda: o AC Milan, Barcelona FC e o Real Madrid CF. Todos na mesma cidade, na mesma competição e com uma vitória e uma derrota. Juntando as finais a duas mãos, o SC Feyenoord ganhou duas Taças UEFA (uma a duas mãos), o AFC Ajax uma Taça dos Campeões e uma Taça UEFA (o único clube a jogar em duas cidades diferentes) e o Tottenham Hotspur FC venceu uma Taça das Taças e perdeu uma Taça UEFA. Até agora apenas clubes holandeses conseguiram vencer mais que uma competição europeia no seu país. Os clubes ingleses apenas perderam  duas finais, na Holanda, uma a duas mãos, já levaram de lá taças em quatro finais. A história está contra nós, temos que tentar seguir a tendência do AFC Ajax de vencer na Taça dos Campeões e depois na Taça UEFA e a do SC Feyenoord de vencer duas vezes na mesma cidade.

Voleibol - Benfica campeão nacional

Depois da vergonha que foi a repetição da finalíssima do play-off do campeonato nacional de voleibol, o Benfica comemora mais um título, apenas o seu quarto, para continuar na perseguição ao grande dominador da modalidade em Portugal, o Sporting de Espinho.

Esta é uma modalidade que gosto de ver pela espetacularidade, nomeadamente nos momentos de remate e bloco, mas também porque pouca polémica pode existir num desporto que não contempla contacto físico. Pois isso não é bem verdade! Aquilo que entendi do jogo de 5 de maio, que não contou para nada, foi que o Benfica protestou, bem e em tempo útil, por uma falta na formação espinhense que os próprios nunca contestaram. O ponto reverteu a favor do Benfica como prevê a lei. Antes de servir para o ponto que daria a vitória no jogo e no campeonato, o Benfica pediu a revisão da formação e a mesa indicou que o jogador Vinhedo serviria nesse ponto, situação aceite pelas três equipas. Assim aconteceu e o Benfica ganhou esse ponto. Com todo o direito o Sp. Espinho protestou a formação do Benfica e, por incrível que pareça, o que foi por todos aceite 1 minuto antes estava agora errado, parece que teria que ter sido outro jogador a servir. Diz a lei que um ponto surgido de erro pode ser repetido até 4 horas após o fim do mesmo sendo que, se tal não acontecer, o erro técnico dará lugar à repetição do jogo. Parece que foi tudo feito dentro da lei mas também é claro que foi tudo feito de forma muito imoral que, infelizmente, é algo a que essa equipa recorre com mais frequência do que a sua dimensão e historial exigem!
Ainda relativamente à finalíssima, ainda bem que o jogo foi repetido. Ganhámos nas claras, como todas as vitórias do Benfica em qualquer modalidade, e por muitos. O Sporting de Espinho foi vergado por uma equipa superior e isso ficou bem claro para quem viu o jogo.

Quanto ao palmarés da modalidade, lembro que o Benfica ganhou a Supertaça além do Campeonato e a Fonte Bastardo ganhou a Taça de Portugal. Assim ficam aqui os números atualizados:

Palmarés global

Campeonatos Nacionais

Taças de Portugal

Supertaças

Competições Europeias